Estar a caminho de uma sociedade de conhecimento é perceber que estamos em um campo frágil e complexo, uma vez que, obtemos muitas informações, porém, sabemos o que selecionar? O que realmente é útil? Então nos encontramos em uma encruzilhada, seremos capazes de distinguir o que é rápido e passageiro daquelas informações que permanecerão? O que aproveitar do atual e do passado?
Verificou-se que nosso raciocínio é influenciado por afetos implícitos. Nós pensamos e escolhemos, não buscando a verdade, mas buscando o que nos faz sentir bem, isto é, nossa satisfação pessoal. Para tanto percebe-se que usamos filtros, uns usam o filtro pessimista, só vêem problemas, dificuldades, não buscam soluções; outros usam o filtro otimista, só vêem o que lhes interessa, sem a preocupação coletiva. Devemos encontrar um meio termo, onde equilibrar o pessimismo e o otimismo de modo a não irmos aos extremos.
Segundo (Pierre Lévy) os grupos podem aprender juntos, se comunicando entre si e divulgando suas produções, a inteligência coletiva. As redes digitais são fatores chaves para compreender esse tipo de inteligência. Assim como também, pode-se afirmar que as mesmas redes digitais podem ampliar a ignorância coletiva.
Nosso conhecimento tem sido analisado da seguinte forma: Conhecemos muito da superfície das coisas e pouco da profundidade do que realmente fundamenta tudo.
